quinta-feira, 4 de maio de 2017

Girlboss: a série mais esperada da Netflix - uma relação de amor e ódio

Olá, Gurias! Tudo em ordem com vocês? Comigo sim...

Gurias, dia 21 de abril finalmente veio ao ar a famosa e esperada série Girlboss. Quando meu marido viu a chamada nas redes sociais já foi logo me mostrando, sabendo de antemão que eu enlouqueceria de vontade de assisti-la e que morreria de ansiedade até chegar a data de lançamento. 

Se está perdida e não tem ideia sobre o que estou falando, dá o play!

Eis que desde o dia que lançou até sexta-feira da semana passada, passei algumas tardes (no horário de almoço) assistindo GIRLBOSS... o primeiro episódio foi adrenalina pura! Mas eu esperava tannnntooo da série, que quando terminou o episódio de apresentação disse em pensamento: calma, é só a apresentação dos fatos, não se deprima, vai melhorar!
Girlboss é centrada em Amoruso (Britt Robertson), que começou a vender roupas customizadas no eBay e, com a idade de 28 anos, havia construído um multi-milionário império da moda, a Nasty Gal
É lógico que eu sei muito bem que em uma série como Girlboss, não tem muito o que enrolar ou apresentar. Certamente seria mais interessante se tivesse virado mais um daqueles filmes que falam de moda, vendas, e meninas revoltadas querendo o seu lugar no mundo adulto, sem perder a alegria de ser adolescente.

Sophia Amoruso e Britt Robertson (sim, eu acho elas MUITO parecidas!) Foto: Photo: Karen Ballard / Netflix
Mas, levando em conta que a história não surgiu do nada... na verdade, é uma releitura, por assim dizer, da vida e obra (A propósito, para os apaixonados por livros - assim como eu - antes da série, já tinha nascido o livro) de Sophia Amoruso, a empresária, da geração "millenial", que ficou multimilionária aos 28 anos, eu esperava um pouquinho mais.


A primeira temporada, dividida em 13 episódios rápidos, é quase monótona de tão previsível. Quem está acostumada com o roteiro: jovem, moda, internet e compras, já consegue imaginar o que acontecerá no próximo episódio. A pior parte? É que de fato acontece o esperado... rsrs

Em contrapartida, as imagens, ideias de looks, criatividade e cores, são simplesmente lindas! Dá vontade de sair por aí conhecendo brechós. Confesso que após assistir ao terceiro episódio, quase sai de casa e fui num brechó que se diz de luxo que tem aqui na cidade, só para ver se eu encontraria tanta coisa legal, a um preço tão bom, como as peças que a personagem garimpava durante as suas idas a esse tipo de loja. 


Em resumo: para quem quer assistir de forma despretensiosa, sem ter que prestar muita atenção e que, gosta de ver alguém pirando por uma peça de roupa, vale a pena! Já, se esse não é o seu motivo, pula essa e parte para a próxima série.  Ah, acredito que para o pessoal que gosta de analisar discurso (lembrei das minhas aulas de linguística na universidade), ou ainda, para a galera que curte analisar comportamento emocional (e por que não, empreendedor), acredito que vale a pena também.

Eu continuarei assistindo porque tenho toc e preciso terminar de ver algo quando começo; além disso, é sempre bom ter uma série para ver sem ter que me preocupar em prestar muita atenção rsrs (sem falar nas inspirações de looks e incentivos para ir a brechós!).





Uma das frases que a Sophia mais fala nessa primeira temporada:


"a vida adulta é onde os sonhos vão para morrer"

E desde o primeiro momento eu respondia mentalmente: Nem sempre, Sophia, nem sempre. Podemos ser adultas e levar nossos sonhos adiante... Parece que ela escutou! rsrs

Definitivamente essa serie não é para adolescentes (nem para alguns adultos), já que a boa parte ainda não consegue assistir algo e perceber que a forma que o personagem principal age para alcançar seus objetivos não são tão legais assim. A propósito, ela REALMENTE  mereceu esse tabefe (e merecia muitos outros!). 

Acorda pra vida, criatura!
E vocês, já viram essa série? Estão com vontade ou agora abandonarão a ideia de vez? 
Bjinhos, bjinhos,
Ana Laura 

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